
Tem havido muita tinta a correr acerca deste tema, e o meu blog não poderia deixar passar em branco o assunto.
Tenho indagado várias pessoas conhecidas, cada uma de seu credo, meio, ou situação social. É importante que haja variedade de opinião.
A maioria tem-me dito de facto, que é a favor da prática da eutanásia, pelo que, o sofrimento artrós a que os nossos entes queridos são sujeitos, e a falta de esperança de vida e qualidade da mesma já não justificam a nossa estada neste mundo.
Outros porém, mais conservadores, devido às suas crenças religiosas (em parte) crêem que a vida deverá ser levada até ao seu terminus natural, com a desculpa (a meu ver), que enquanto há vida, há esperança.
Em França, há pouco mais de um par de anos, surgiu a situação de um jovem, que para seu infortúnio tinha sido deitado numa cama, após um acidente de viação, em que apenas e só (!), o único movimento que o seu corpo conseguia fazer, era mover os olhos.
Porém, e como a comunicação não tem barreiras, apenas com esse movimento, conseguiu com a sua mãe, criar um código de letras, que fez com que, conseguisse escrever um livro, ditando as suas ideia à mãe.
O livro expressa exactamente a vontade de colocar termo à sua vida, perante o sofrimento em que estava, e que causava a todos em seu redor.
Muitas missivas foram entregues no Eliseu, mas sem sucesso. A sua morte teria de ser de forma natural e não provocada, como era o seu desejo.
Muita tinta correu, com este processo, e este jovem cada vez mais em desespero.
Até que, houve um dia, a mãe pôs termo à vida do seu filho.
Ainda hoje está indiciada no processo de homicídio do seu próprio filho, que a única coisa que fez esta mãe foi satisfazer a vontade do seu próprio filho.
O amor de mãe não tem fim, acreditem.
Isto leva-me a reflectir sobre a qualidade de vida, quando, por inúmeras razões somos atirados para uma cama, sem que o nosso corpo ou mente reajam a qualquer estimulo.
Sou a favor da eutanásia!
Tenho indagado várias pessoas conhecidas, cada uma de seu credo, meio, ou situação social. É importante que haja variedade de opinião.
A maioria tem-me dito de facto, que é a favor da prática da eutanásia, pelo que, o sofrimento artrós a que os nossos entes queridos são sujeitos, e a falta de esperança de vida e qualidade da mesma já não justificam a nossa estada neste mundo.
Outros porém, mais conservadores, devido às suas crenças religiosas (em parte) crêem que a vida deverá ser levada até ao seu terminus natural, com a desculpa (a meu ver), que enquanto há vida, há esperança.
Em França, há pouco mais de um par de anos, surgiu a situação de um jovem, que para seu infortúnio tinha sido deitado numa cama, após um acidente de viação, em que apenas e só (!), o único movimento que o seu corpo conseguia fazer, era mover os olhos.
Porém, e como a comunicação não tem barreiras, apenas com esse movimento, conseguiu com a sua mãe, criar um código de letras, que fez com que, conseguisse escrever um livro, ditando as suas ideia à mãe.
O livro expressa exactamente a vontade de colocar termo à sua vida, perante o sofrimento em que estava, e que causava a todos em seu redor.
Muitas missivas foram entregues no Eliseu, mas sem sucesso. A sua morte teria de ser de forma natural e não provocada, como era o seu desejo.
Muita tinta correu, com este processo, e este jovem cada vez mais em desespero.
Até que, houve um dia, a mãe pôs termo à vida do seu filho.
Ainda hoje está indiciada no processo de homicídio do seu próprio filho, que a única coisa que fez esta mãe foi satisfazer a vontade do seu próprio filho.
O amor de mãe não tem fim, acreditem.
Isto leva-me a reflectir sobre a qualidade de vida, quando, por inúmeras razões somos atirados para uma cama, sem que o nosso corpo ou mente reajam a qualquer estimulo.
Sou a favor da eutanásia!
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